{"id":7730,"date":"2018-01-12T12:36:31","date_gmt":"2018-01-12T12:36:31","guid":{"rendered":"http:\/\/spsc.pt\/?p=7730"},"modified":"2019-03-25T18:31:25","modified_gmt":"2019-03-25T18:31:25","slug":"nao-te-prives-dos-direitos-sexuais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/spsc.pt\/index.php\/2018\/01\/12\/nao-te-prives-dos-direitos-sexuais\/","title":{"rendered":"&#8216;n\u00e3o te prives&#8217; dos Direitos Sexuais"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/4&#8243;][vc_column_text]<a href=\"http:\/\/spsc.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/spsc.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-7799\" src=\"http:\/\/spsc.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/spsc-204x300.jpg\" alt=\"\" width=\"204\" height=\"300\" \/><\/a><\/p>\n<div>\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<p><strong>Uma reflex\u00e3o de\u2026<\/strong><br \/>\nFilipe Gomes, Interno de Psiquiatria no Centro Hospitalar Psiqui\u00e1trico de Lisboa (CHPL) e elemento da Associa\u00e7\u00e3o n\u00e3o te prives &#8211; Grupo de Defesa dos Direitos Sexuais.<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Percursos\u2026<\/strong><br \/>\nColabora na Consulta de Sexologia Cl\u00ednica do CHPL. P\u00f3s-graduado em Sexologia pelo ISPA, mestrando em Psiquiatria Social e Cultural pela Universidade de Coimbra. Colabora com a Associa\u00e7\u00e3o Positivo &#8211; Apoio a pessoas seropositivas e seus familiares.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>A n\u00e3o te prives<\/strong><br \/>\n<a href=\"http:\/\/naoteprives.pt\/\">Website<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>PATH \u2013 Plataforma Anti Transfobia e Homofobia<\/strong><em><br \/>\n<\/em><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/pathmarchacoimbra\/\">Facebook<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<p><strong>Grupo Viol\u00eancia<\/strong><em><br \/>\n<\/em><a href=\"http:\/\/violencia.online.pt\">Website<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<p><strong>Data<\/strong><br \/>\n12 de janeiro de 2018<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<div><\/div>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;3\/4&#8243;][vc_column_text]A \u2018n\u00e3o te prives\u2019 \u2013 Grupo de Defesa dos Direitos sexuais (NTP) \u00e9 uma associa\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos de promo\u00e7\u00e3o dos direitos humanos que foi fundada em Coimbra, em 2002. Ao longo dos seus 16 anos de atividade, tem promovido a discuss\u00e3o p\u00fablica de quest\u00f5es relacionadas com os feminismos, a igualdade de g\u00e9nero e a inclus\u00e3o das pessoas LGBT, procurando contribuir para mudan\u00e7as sociais, culturais, pol\u00edticas e jur\u00eddicas.<\/p>\n<p>Em 2004, em colabora\u00e7\u00e3o com tr\u00eas outras associa\u00e7\u00f5es, a NTP organizou a Campanha <em>Fazer Ondas<\/em> que trouxe a Portugal do barco-cl\u00ednica da organiza\u00e7\u00e3o holandesa <em>Women on Waves<\/em>. Esta campanha constituiu um passo fundamental na discuss\u00e3o pol\u00edtica e cultural que participou na disponibiliza\u00e7\u00e3o de interrup\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria da gravidez na Figueira da Foz pela organiza\u00e7\u00e3o holandesa <em>Women on Waves<\/em>, tr\u00eas anos antes da lei que determinou (em 2007) o fim da criminaliza\u00e7\u00e3o da interrup\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria de gravidez e a cria\u00e7\u00e3o de condi\u00e7\u00f5es para o cumprimento crescente da autodetermina\u00e7\u00e3o reprodutiva. A NTP \u00e9 membro fundador da <em>PATH \u2013 Plataforma Anti Transfobia e Homofobia<\/em>, que organiza anualmente desde 2010 em Coimbra a <em>Marcha Contra a Transfobia e Homofobia <\/em>(sempre a 17 de maio, Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia) e as <em>Festas Fora do Arm\u00e1rio<\/em>, um \u2018espa\u00e7o seguro\u2019 de conv\u00edvio e celebra\u00e7\u00e3o que se realiza no \u00faltimo s\u00e1bado de cada m\u00eas. Com regularidade, a NTP organiza atividades com pertin\u00eancia para os temas de g\u00e9nero e sexualidade que passam por sess\u00f5es de esclarecimento, tert\u00falias, lan\u00e7amentos de livro, sess\u00f5es de poesia (nomeadamente a iniciativa <em>Porra Manas!<\/em>, leituras performativa de textos, para assinalar o Dia Internacional da Mulher) e a celebra\u00e7\u00e3o do Dia Internacional da Crian\u00e7a, atrav\u00e9s do <em>Ciclo De Pequenin@ Se Torce a Discrimina\u00e7\u00e3o<\/em>, para dar alguns exemplos. \u00c9 tamb\u00e9m, desde a sua funda\u00e7\u00e3o, coorganizadora da <em>Marcha do Orgulho LGBT <\/em>em Lisboa.<\/p>\n<p>Composta por elementos com percursos bastante diversos, das artes \u00e0s ci\u00eancias sociais e aos cuidados de sa\u00fade, conta com um importante n\u00facleo de pessoas que articulam a investiga\u00e7\u00e3o acad\u00e9mica na \u00e1rea do g\u00e9nero e sexualidade com o ativismo pelos direitos sexuais e direitos humanos, em geral.<\/p>\n<p>Em fevereiro de 2017, a NTP iniciou uma colabora\u00e7\u00e3o com o <em>Grupo Viol\u00eancia \u2013 Informa\u00e7\u00e3o, Investiga\u00e7\u00e3o, Interven\u00e7\u00e3o<\/em>, uma plataforma de institui\u00e7\u00f5es da Regi\u00e3o Centro que visa um trabalho articulado para apoiar pessoas em situa\u00e7\u00e3o de viol\u00eancia, com particular \u00eanfase na viol\u00eancia \u00edntima. Fundado em 2002, o Grupo Viol\u00eancia estabelece-se como catalisador de uma a\u00e7\u00e3o articulada e multidisciplinar entre servi\u00e7os e junto da comunidade, procurando-se assegurar continuidade e acessibilidade nos cuidados relativos \u00e0s situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia. Nesse \u00e2mbito, a NTP integrou a organiza\u00e7\u00e3o de um encontro de partilha de experi\u00eancias e pr\u00e1ticas, em diferentes contextos, relativamente \u00e0s situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia, juntamente com o Grupo Viol\u00eancia e a Funda\u00e7\u00e3o Bissaya Barreto. Tratou-se do <em>VII Encontro Grupo Viol\u00eancia<\/em>, realizado nos dias 23 e 24 de novembro de 2017 em Coimbra. Este evento foi precedido por meses de reflex\u00e3o conjunta, pretendendo-se orientar os trabalhos na perspetiva da progress\u00e3o ao longo do ciclo vital, dando visibilidade ao trabalho relativo a jovens &#8211; quer em contexto escolar quer no \u00e2mbito familiar -, aos relacionamentos \u00edntimos e \u00e0s pessoas mais velhas.<\/p>\n<p>Este diverso conjunto de profissionais apresentou \u00e0 NTP as suas quest\u00f5es relativamente \u00e0s situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas das pessoas LGBT que os procuram, \u00e0 linguagem adequada e inclusiva a usar, \u00e0s dificuldades particulares a ter em conta (nomeadamente no acesso aos servi\u00e7os e na rela\u00e7\u00e3o com profissionais), \u00e0s consequ\u00eancias do estigma e da discrimina\u00e7\u00e3o, entre outros aspetos. \u00c9 de real\u00e7ar a disponibilidade deste conjunto de pessoas para que o evento fosse pertinente para as pessoas LGBT, nomeadamente, convidando palestrantes com trabalho associativo, ativista e\/ou acad\u00e9mico nesta \u00e1rea, presentes em todas as mesas do programa a convite da NTP: Manuela Ferreira em representa\u00e7\u00e3o da associa\u00e7\u00e3o AMPLOS, V\u00edtor Silva em representa\u00e7\u00e3o da associa\u00e7\u00e3o Rede ExAequo, a soci\u00f3loga Ana Cristina Santos (coordenadora do projeto INTIMATE do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra) e Sara Forte em representa\u00e7\u00e3o do Centro Gis, da Associa\u00e7\u00e3o Plano i. Tamb\u00e9m no \u00e2mbito deste Encontro e do trabalho conjunto realizado, resultou uma oficina sobre identidade de g\u00e9nero e orienta\u00e7\u00e3o sexual relativa a jovens, nos contextos escolar e familiar, organizada pela NTP, dinamizada por profissionais das \u00e1reas da sa\u00fade e do apoio psicossocial: Susana Renca e Maria Laureano, m\u00e9dicas do Centro Hospitalar Universit\u00e1rio de Coimbra, e Rita Paulos, pela associa\u00e7\u00e3o Casa Qui.<\/p>\n<p>O encontro proporcionou a partilha de experi\u00eancias e pr\u00e1ticas por pessoas de diversas \u00e1reas \u2013 sa\u00fade, educa\u00e7\u00e3o, justi\u00e7a, seguran\u00e7a, servi\u00e7o social \u2013 e contextos \u2013 pol\u00edticas p\u00fablicas, servi\u00e7os, fam\u00edlias, a\u00e7\u00f5es entre pares. Foram abordados t\u00f3picos como a diversidade de g\u00e9nero ao longo da vida (incluindo a inf\u00e2ncia), as respostas nas fam\u00edlias ao <em>coming out<\/em> e ao <em>bullying<\/em> homof\u00f3bico ou transf\u00f3bico, a constitui\u00e7\u00e3o de espa\u00e7os associativos baseados na colabora\u00e7\u00e3o e apoio entre pares (jovens LGBT, m\u00e3es e pais de LGBT), os cuidados com o vocabul\u00e1rio e a linguagem, a desoculta\u00e7\u00e3o na diversidade na diversidade, os recursos pr\u00f3prios das fam\u00edlias e das escolas, as atitudes dos profissionais e a cultura das institui\u00e7\u00f5es, entre outros. Das discuss\u00f5es de cada mesa \u00e0s conversas de corredor, foi constante o questionamento sobre os desafios e problemas que as pessoas LGBT enfrentam, e em paralelo, sobre a sua resili\u00eancia e as formas como LGBT, pessoas aliadas (fam\u00edlias, rela\u00e7\u00f5es de amizade) e profissionais de organiza\u00e7\u00f5es e servi\u00e7os enfrentam o estigma, a discrimina\u00e7\u00e3o e a viol\u00eancia. A NTP recebeu, ao longo do Encontro e dias seguintes, solicita\u00e7\u00f5es de participantes para esclarecimentos e parcerias. \u00c9 tamb\u00e9m de real\u00e7ar a oportunidade de estreitar la\u00e7os com ativistas de outras associa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Esta colabora\u00e7\u00e3o com o Grupo Viol\u00eancia permitiu que a NTP desempenhasse um papel de consultoria numa \u00e1rea de interesse para os direitos sexuais, com \u00eanfase na situa\u00e7\u00e3o das pessoas LGBT face \u00e0s situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia e \u00e0s estruturas dispon\u00edveis para apoio, que j\u00e1 se estendeu a outras a\u00e7\u00f5es para al\u00e9m deste evento. As estruturas destas \u00e1reas s\u00e3o herdeiras dos modelos socioculturais que historicamente foram predominantes, e que traduziam uma atitude de desconhecimento, desconforto e hostilidade face \u00e0s pessoas LGBT, e de um modo mais abrangente, estere\u00f3tipos e moralismos relativamente ao g\u00e9nero, \u00e0 sexualidade, \u00e0 intimidade e \u00e0s rela\u00e7\u00f5es entre profissionais de e utentes de cada servi\u00e7o. Contudo, foi not\u00f3ria a vontade do Grupo Viol\u00eancia em ultrapassar as lacunas e enviesamentos decorrentes deste percurso hist\u00f3rico das disciplinas, reconhecendo a NTP como entidade parceira nesta reflex\u00e3o. Foi a oportunidade de a NTP facilitar o contacto com outros conhecimentos, particularmente o conhecimento decorrente da experi\u00eancia das pessoas LGBT e o trabalho acad\u00e9mico na \u00e1rea do g\u00e9nero e sexualidade e aprender muito com um conjunto de entidades que diariamente trabalha no terreno com popula\u00e7\u00f5es diversas em posi\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade. A perspetiva da NTP de respeito e aceita\u00e7\u00e3o da diversidade, defendendo os direitos de todas as pessoas \u2013 n\u00e3o as encarando em alteridade, como \u2018outrxs que n\u00e3o n\u00f3s\u2019 -, encontrou compatibilidade no trabalho desta plataforma e esteve patente neste evento.<\/p>\n<p>Em 2017, saiu refor\u00e7ada a colabora\u00e7\u00e3o da NTP com estruturas regionais e nacionais, com o objetivo de promover este trabalho na Regi\u00e3o Centro, na esteira do que foi desde sempre uma das suas miss\u00f5es: visibilidade e consolida\u00e7\u00e3o dos direitos das pessoas LGBT que vivem, tamb\u00e9m, nesta zona geogr\u00e1fica. Neste sentido, continuaremos a trabalhar, elegendo em 2018 dois objetivos principais: contribuir para a aprova\u00e7\u00e3o parlamentar das altera\u00e7\u00f5es \u00e0 Lei de Identidade de G\u00e9nero e coorganizar aquela que ser\u00e1 j\u00e1 a 9\u00aa Marcha contra a Transfobia e a Homofobia (17 de maio, Coimbra).[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/4&#8243;][vc_column_text] Uma reflex\u00e3o de\u2026 Filipe Gomes, Interno de Psiquiatria no Centro Hospitalar Psiqui\u00e1trico de Lisboa (CHPL) e elemento da Associa\u00e7\u00e3o n\u00e3o te prives &#8211; Grupo de Defesa dos Direitos Sexuais. &nbsp; Percursos\u2026 Colabora na Consulta de Sexologia Cl\u00ednica do CHPL. 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