{"id":8367,"date":"2018-08-30T16:12:06","date_gmt":"2018-08-30T16:12:06","guid":{"rendered":"http:\/\/spsc.pt\/?p=8367"},"modified":"2019-03-25T16:18:32","modified_gmt":"2019-03-25T16:18:32","slug":"a-curvatura-do-penis-um-sinal-de-alerta-para-a-doenca-de-peyronie","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/spsc.pt\/index.php\/2018\/08\/30\/a-curvatura-do-penis-um-sinal-de-alerta-para-a-doenca-de-peyronie\/","title":{"rendered":"Curvatura do p\u00e9nis, um alerta para a doen\u00e7a de Peyronie"},"content":{"rendered":"<div class=\"wpb-content-wrapper\"><p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/4&#8243;][vc_column_text]<\/p>\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<p><strong><a href=\"http:\/\/spsc.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/nuntomada_pb.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-8369\" src=\"http:\/\/spsc.pt\/wp-content\/uploads\/2018\/08\/nuntomada_pb-237x300.jpg\" alt=\"\" width=\"237\" height=\"300\" \/><\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>Uma reflex\u00e3o de\u2026<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/nunotomada.pt\/\">Nuno Tomada<\/a>, m\u00e9dico especialista em urologia e andrologia. Vice-Presidente da Sociedade Portuguesa de Andrologia, Medicina Sexual e Reprodu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<div class=\"wpb_text_column \">\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<p><strong>Percurso\u00a0 <\/strong><br \/>\nCompet\u00eancia em Sexologia Cl\u00ednica pela Ordem dos M\u00e9dicos, Doutorado pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto, com Tese sobre Disfun\u00e7\u00e3o Er\u00e9til. Investigador do Instituto de Investiga\u00e7\u00e3o e Inova\u00e7\u00e3o em Sa\u00fade da Universidade do Porto (BMC &#8211; I3S).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<div class=\"wpb_wrapper\">\n<p><strong>Data<\/strong><br \/>\n30 de Agosto de 2018<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Entrevista<\/strong><br \/>\nIsabel Freire<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][vc_column width=&#8221;3\/4&#8243;][vc_column_text]<strong>Chama-se doen\u00e7a de Peyronie. Estima-se que afete 9% dos homens. Sabe-se que a rapidez na procura de ajuda cl\u00ednica \u00e9 fundamental para o tratamento. Mas, por desconhecimento ou vergonha, muitos pacientes chegam tarde \u00e0 consulta, numa fase j\u00e1 cr\u00f3nica da doen\u00e7a, explica Nuno Tomada, urologia, andrologista e cirurgi\u00e3o experiente no tratamento da doen\u00e7a. <\/strong><strong>Para o especialista, \u00e9 fundamental que os profissionais de sa\u00fade \u201cabordem na consulta o tema sexual de forma integrada e sistem\u00e1tica nas suas hist\u00f3rias cl\u00ednicas\u201d. Os estudos indicam que o doente est\u00e1 recetivo a discutir esta problem\u00e1tica. Apenas aguardam a iniciativa do m\u00e9dico. <\/strong><strong>Nuno Tomada lembra ainda que no processo terap\u00eautico da doen\u00e7a de Peyronie \u00e9 fundamental acompanhar o casal, pois a dor e a disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til podem instalar-se nas rela\u00e7\u00f5es sexuais, afetando o relacionamento.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Sociedade Portuguesa de Sexologia Cl\u00ednica \u2013 Que preocupa\u00e7\u00f5es\/medos vem registando como sendo mais comuns em pacientes com a doen\u00e7a de Peyronie, quando lhe chegam ao consult\u00f3rio \u00e0 procura de um diagn\u00f3stico?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nuno Tomada &#8211;<\/strong> A maior preocupa\u00e7\u00e3o dos doentes \u00e9 que a placa ou n\u00f3dulo palp\u00e1vel traduzam a presen\u00e7a de uma neoplasia (tumor maligno). \u00c9 fundamental aquando do diagn\u00f3stico no consult\u00f3rio, que o doente seja informado do car\u00e1cter benigno desta patologia. A outra preocupa\u00e7\u00e3o \u00e9 o aparecimento, muitas vezes s\u00fabito, de uma curvatura no p\u00e9nis em ere\u00e7\u00e3o que para al\u00e9m do aspeto est\u00e9tico tamb\u00e9m tem implica\u00e7\u00f5es funcionais nas rela\u00e7\u00f5es sexuais, e que para eles representa uma situa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o conseguem explicar e da qual t\u00eam muita vergonha em expor. Da\u00ed resulta que estes doentes cheguem muito tarde \u00e0 minha consulta, muitas vezes ap\u00f3s a fase inflamat\u00f3ria ter passado e nessa altura, apenas restam op\u00e7\u00f5es cir\u00fargicas para as curvaturas disfuncionais. J\u00e1 na fase cr\u00f3nica, uma fase mais tardia, as maiores ang\u00fastias dos doentes que me procuram s\u00e3o o encurtamento peniano e a disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9ctil que podem decorrer desta doen\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>SPSC \u2013 Como explica o que \u00e9 a doen\u00e7a de Peyronie aos seus pacientes?<\/strong><\/p>\n<p><strong>NT \u2013<\/strong> Nem sempre \u00e9 f\u00e1cil. Mas a abordagem mais simples \u00e9 explicar-lhes que h\u00e1 um processo cicatricial excessivo na t\u00fanica que reveste os corpos cavernosos, na sequ\u00eancia de v\u00e1rios pequenos traumatismos no p\u00e9nis aquando da rela\u00e7\u00e3o sexual, e que promove o aparecimento de les\u00f5es que limitam a normal expans\u00e3o do p\u00e9nis em ere\u00e7\u00e3o. \u00c9 importante acrescentar que isto n\u00e3o acontece em todos os homens, mas sim naqueles que apresentam algum tipo de predisposi\u00e7\u00e3o, nomeadamente predisposi\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica.<\/p>\n<p><strong>SPSC \u2013 A que sintomas \u00e9 preciso estar especialmente atento? E com que rapidez se deve procurar ajuda? <\/strong><\/p>\n<p><strong>NT \u2013<\/strong> Enquanto que os sinais s\u00e3o \u00f3bvios \u2013 a curvatura \u2013 os sintomas n\u00e3o s\u00e3o propriamente espec\u00edficos. Mas muitas vezes, antes do aparecimento da curvatura, o homem queixa-se de dor no p\u00e9nis que agrava em ere\u00e7\u00e3o. Para al\u00e9m disso, sente \u00e0 palpa\u00e7\u00e3o que h\u00e1 uma regi\u00e3o mais endurecida no seu p\u00e9nis, geralmente na sua face dorsal. Assim que o homem detete toda e qualquer altera\u00e7\u00e3o, deve procurar ajuda especializada, nomeadamente andrologistas, para iniciar o mais rapidamente poss\u00edvel o tratamento para melhoria e estabiliza\u00e7\u00e3o das les\u00f5es.<\/p>\n<h4><em>N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ter uma consulta nesta \u00e1rea t\u00e3o sens\u00edvel e com tantas particularidades em 5 minutos\u2026<\/em><\/h4>\n<p><strong>SPSC \u2013 O tratamento da doen\u00e7a passa genericamente por&#8230;<\/strong><\/p>\n<p><strong>NT \u2013<\/strong> O tratamento \u00e9 determinado pela fase em que a doen\u00e7a se encontra: a fase <em>inicial,<\/em> denominada inflamat\u00f3ria, que se pode prolongar por v\u00e1rios meses e que se caracteriza por dor peniana em ere\u00e7\u00e3o e placa em evolu\u00e7\u00e3o condicionando progress\u00e3o da curvatura, ou a fase <em>cr\u00f3nica<\/em>, que se caracteriza pela aus\u00eancia de dor e estabilidade da curvatura, com ou sem disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til associada.<\/p>\n<p>Na fase inicial \u00e9 importante controlar a dor, e existem v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas que tentam estabilizar ou mesmo melhorar a curvatura peniana. Entre estas destacam-se a vitamina E em alta dose, Pentoxifilina, POTABA, Colchicina e Tamoxifeno. Infelizmente, apresentam resultados que n\u00e3o s\u00e3o reprodut\u00edveis. Para al\u00e9m disso, neste momento, n\u00e3o h\u00e1 evid\u00eancias suficientes para emitir recomenda\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas na fase aguda. Tamb\u00e9m temos dispon\u00edveis as inje\u00e7\u00f5es intralesionais (aplicadas diretamente na les\u00e3o), tanto com o verapamil como mais recentemente com a colagenase, que representa uma das mais promissoras op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas. Sem d\u00favida que a abordagem cir\u00fargica \u00e9 a op\u00e7\u00e3o que traz os melhores resultados, mas est\u00e1 reservada para a fase cr\u00f3nica, isto \u00e9, quando a doen\u00e7a se apresenta est\u00e1vel pelo menos h\u00e1 6 meses, e devendo ser realizada por cirurgi\u00f5es com elevada diferencia\u00e7\u00e3o na \u00e1rea reconstrutiva genito-urin\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>SPSC \u2013 H\u00e1 evolu\u00e7\u00f5es significativas recentes do ponto de vista farmacol\u00f3gico ou cir\u00fargico para o tratamento da doen\u00e7a? <\/strong><\/p>\n<p><strong>NT \u2013<\/strong> Infelizmente n\u00e3o tantas como deveriam. Nos \u00faltimos anos poucos avan\u00e7os t\u00eam sido feitos nesta \u00e1rea. Continu\u00e1mos sem um tratamento eficaz na fase aguda da doen\u00e7a, mas na fase estabilizada temos agora dispon\u00edvel a inje\u00e7\u00e3o na placa de colagenase, uma enzima que degrada o colag\u00e9nio depositado na t\u00fanica albug\u00ednea e que, condicionando a sua elasticidade, \u00e9 respons\u00e1vel pela curvatura em ere\u00e7\u00e3o. As t\u00e9cnicas cir\u00fargicas tamb\u00e9m t\u00eam vindo a ser aprimoradas, e a realiza\u00e7\u00e3o das mesmas por cirurgi\u00f5es mais especializados nesta \u00e1rea \u2013 cirurgi\u00f5es reconstrutivos g\u00e9nito-urin\u00e1rios \u2013 concentra a experi\u00eancia e permitem os melhores resultados.<\/p>\n<p><strong>SPSC \u2013 O que ainda desconhecemos de relevante sobre a doen\u00e7a?<\/strong><\/p>\n<p><strong>NT \u2013<\/strong> Seria muito importante mais investimento na investiga\u00e7\u00e3o b\u00e1sica dos mecanismos etiofisiopatogen\u00e9ticos destas les\u00f5es penianas de forma a termos a curto prazo um tratamento m\u00e9dico mais assertivo e eficaz.<\/p>\n<h4><em>Temos de divulgar mais esta patologia de modo a que os doentes recorram a ajuda especializada atempadamente.<\/em><\/h4>\n<p><strong>SPSC \u2013 Que quest\u00f5es psicol\u00f3gicas ter em conta no processo de acompanhamento do doente?<\/strong><\/p>\n<p><strong>NT \u2013<\/strong> Existem v\u00e1rios aspetos distintos. Primeiro \u00e9 relativo ao tempo de procura de ajuda m\u00e9dica. Geralmente por desconhecimento ou vergonha, este ainda \u00e9 muito acentuado. Temos de divulgar mais esta patologia de modo a que os doentes recorram a ajuda especializada atempadamente. O segundo aspeto \u00e9 o acompanhamento do casal, que \u00e9 fundamental. Como referi anteriormente, uma das consequ\u00eancias desta doen\u00e7a \u00e9 a dor aquando da rela\u00e7\u00e3o sexual, acrescida da dor provocada \u00e0 parceira e, n\u00e3o menos importante, a disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9ctil secund\u00e1ria \u00e0 doen\u00e7a de Peyronie. Quaisquer um destes fatores, leva muitas vezes ao evitamento da atividade sexual, com todos os problemas relacionais da\u00ed decorrentes.<\/p>\n<p><strong>SPSC \u2013 Sabemos qual a preval\u00eancia da doen\u00e7a em Portugal? \u00c9 coerente com outros pa\u00edses europeus? <\/strong><\/p>\n<p><strong>NT \u2013<\/strong> N\u00e3o existem estudos com a necess\u00e1ria amostragem para uma correta determina\u00e7\u00e3o da preval\u00eancia em Portugal. Temos o mesmo problema nos outros pa\u00edses, exacerbado pela exist\u00eancia do tabu em revelar a presen\u00e7a desta patologia bem como pelo seu subdiagn\u00f3stico em ambulat\u00f3rio. Se o homem n\u00e3o se queixa, e o profissional de sa\u00fade n\u00e3o est\u00e1 familiarizado com este problema, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel conhecermos n\u00fameros. De uma forma gen\u00e9rica, a preval\u00eancia da maioria dos estudos ronda os 1-3%, mas estima-se que a verdadeira preval\u00eancia seja da ordem dos 9%.<\/p>\n<p><strong>SPSC \u2013 Hoje em dia, no nosso pa\u00eds, a vergonha\/pudor s\u00e3o ainda entraves significativos \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o de problemas do foro sexual no consult\u00f3rio?<\/strong><\/p>\n<p><strong>NT \u2013<\/strong> Assistimos a uma melhoria deste aspeto nas \u00faltimas d\u00e9cadas, especialmente com a desmistifica\u00e7\u00e3o da impot\u00eancia, mais corretamente a disfun\u00e7\u00e3o er\u00e9til, e com a sua associa\u00e7\u00e3o com a sa\u00fade masculina em geral. Contudo, culturalmente, ainda faz parte do ser homem n\u00e3o expor aspetos relacionados com a esfera sexual. Ainda nos resta algum caminho pela frente para ajudar os homens a ultrapassar estes obst\u00e1culos de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h4><em>[&#8230;] muitas vezes, antes do aparecimento da curvatura, o homem queixa-se de dor no p\u00e9nis que agrava em ere\u00e7\u00e3o. Para al\u00e9m disso, sente \u00e0 palpa\u00e7\u00e3o que h\u00e1 uma regi\u00e3o mais endurecida no seu p\u00e9nis, geralmente na sua face dorsal<\/em><\/h4>\n<p><strong>SPSC \u2013 Ser\u00e1 que h\u00e1 ainda desconforto por parte dos profissionais (nomeadamente de Medicina Geral e Familiar) em abordar e examinar problemas do foro sexual?<\/strong><\/p>\n<p><strong>NT \u2013<\/strong> Infelizmente ainda sim, embora hoje em dia o maior problema foca-se na falta de tempo \u00fatil para abordar de forma adequada esta problem\u00e1tica. N\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel ter uma consulta nesta \u00e1rea t\u00e3o sens\u00edvel e com tantas particularidades em 5 minutos\u2026 Ainda assim, recebo com frequ\u00eancia doentes referenciados por muitos dos colegas.<\/p>\n<p><strong>SPSC \u2013 Que apostas se podem fazer para melhorar, dentro do consult\u00f3rio, a abordagem \u00e0s problem\u00e1ticas visadas pela medicina sexual?<\/strong><\/p>\n<p><strong>NT \u2013<\/strong> \u00c9 fundamental a forma\u00e7\u00e3o de profissionais da \u00e1rea da sa\u00fade, para que abordem na consulta o tema sexual de forma integrada e sistem\u00e1tica nas suas hist\u00f3rias cl\u00ednicas. Todos os estudos realizados refor\u00e7am a ideia que o doente est\u00e1 recetivo a discutir esta problem\u00e1tica com os cl\u00ednicos apenas aguardando a iniciativa do m\u00e9dico. Nesse sentido, a abordagem multidisciplinar do doente tal como fazemos na nossa consulta de medicina sexual que integra especialistas diferenciados nesta \u00e1rea, faz mais sentido. A nossa experi\u00eancia de longos anos, aliada \u00e0 vontade de fazer mais e melhor em prol do doente, e procurando para isso mesmo evoluir em termos m\u00e9dico-cir\u00fargicos, n\u00e3o nos deixa d\u00favidas que devemos manter a aposta na forma\u00e7\u00e3o, tal como temos vindo a fazer nos \u00faltimos anos atrav\u00e9s da nossa Sociedade Portuguesa de Andrologia, Medicina Sexual e Reprodu\u00e7\u00e3o, bem como atrav\u00e9s da intera\u00e7\u00e3o com outras sociedades, particularmente com a Sociedade Portuguesa de Sexologia Cl\u00ednica.<\/p>\n<p>[\/vc_column_text][\/vc_column][\/vc_row]<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>[vc_row][vc_column width=&#8221;1\/4&#8243;][vc_column_text] Uma reflex\u00e3o de\u2026 Nuno Tomada, m\u00e9dico especialista em urologia e andrologia. 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